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Um estudo histórico sobre a Praça Dom Antônio Mazzarotto em Ponta Grossa-PR

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Trata-se de uma pesquisa histórica desenvolvida no âmbito da Iniciação Científica e do Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), realizada por acadêmico do 3º ano do curso de Bacharelado em História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O estudo, nessa primeira fase (2025/2026), tem produzido resultados relevantes para o resgate e a compreensão histórica da Praça Dom Antônio Mazzarotto, objeto central desta primeira etapa da labuta acadêmica. A pesquisa articula a análise da praça com a tradicional Festa de Santo Antônio (que será o objeto de estudos para a 2ª fase da lida entre 2026/2027), vinculada à Paróquia Santo Antônio, bem como com as feiras realizadas no local, compreendidas como práticas que dinamizam o espaço e contribuem para sua configuração como lugar socialmente significativo no bairro Jardim Carvalho. Nesse sentido, o estudo evidencia como essas experiências coletivas atribuem sentido ao espaço, consolidando-o como referência de memória, sociabilidade e...

Artigo sobre o Cursinho do GEPIC da Igreja Imaculada Conceição de Uvaranas de Ponta Grossa-PR

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Imagem: Instagram/Gepic. Uma pesquisa histórica desenvolvida em Ponta Grossa vem levantando uma discussão ainda pouco explorada no Brasil: um cursinho popular voluntário pode se tornar uma referência cultural de uma cidade? O estudo analisa o Grupo de Estudos Pré-Vestibular Imaculada Conceição (GEPIC), conhecido há quase vinte anos como o tradicional “cursinho da Igrejinha de Uvaranas”. A proposta da pesquisa, respeitando o método e o rigor indispensáveis à investigação histórica, não é afirmar que o projeto já constitua oficialmente um patrimônio cultural, mas compreender de que maneira iniciativas comunitárias de educação popular podem produzir memória coletiva, sentimento de pertencimento e significativo impacto social no espaço urbano. Ao longo de quase duas décadas, o GEPIC, segundo informações do site , auxiliou milhares de estudantes de forma totalmente voluntária, tornando-se referência para gerações de jovens ponta-grossenses que sonham com o ingresso na universidade. Segundo ...

Centro Espírita Francisco de Assis, Ponta Grossa, 1936

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  Registrada no acervo de Elizabeth Holzmann e compartilhada no grupo "Antigamente em Ponta Grossa", a imagem revela a primeira sede da Sociedade Espírita São Francisco de Assis na cidade. Fundada em 1912, a instituição funcionava inicialmente na rua Professora Judith Macedo Silveira. Embora a data da fotografia seja desconhecida, o registro documenta esse importante capítulo da história espírita local. Anos depois, a Sociedade transferiu-se para um imóvel na rua Santos Dumont, onde permanece até os dias atuais. Imagens: Acervo MCG>>>  e infos de Ponta Grossa      Histórica 

Avenida Carlos Cavalcanti, Ponta Grossa, 1936

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  Originalmente chamada de Estrada de Itaiacoca, a Avenida Carlos Cavalcanti era a principal via de acesso ao bairro de Uvaranas desde sua fundação por imigrantes alemães do Volga em meados de 1870. Na década de 1930, a região ganhou aspecto urbano com escola, padarias e quartel militar, consolidando a avenida como eixo central. O nome homenageia Carlos Cavalcanti de Albuquerque, engenheiro e ex-governador do Paraná. Com o crescimento, Uvaranas tornou-se o bairro mais populoso de Ponta Grossa, com mais de 45 mil moradores. Atualmente, a avenida abriga um dos campi da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Assim, a via é um retrato vivo da evolução histórica e urbana da cidade. Imagens: Acervo MCG>>>  e infos de Ponta Grossa Histórica

A história de Lúcio Alves da Silva e a sua luta contra o racismo em Ponta Grossa, 1988

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O Cobaia, jornal laboratório do curso de jornalismo da UEPG, publicou em 1988 uma reportagem sobre Lúcio Alves da Silva e a sua luta contra o racismo em Ponta Grossa-PR.  Lúcio Alves da Silva foi um líder negro na cidade de Ponta Grossa (PR). Em 1890, dois anos após a assinatura da Lei Áurea, ele liderou um grupo de jovens na fundação do Clube Literário e Recreativo Treze de Maio. Em uma sociedade que ainda o excluía de espaços de lazer e cultura, o objetivo de Lúcio era claro: criar um lugar onde os negros pudessem se encontrar e ter acesso à leitura e ao divertimento, algo que lhes era negado nos clubes da elite branca da cidade.  Clique na imagens para ver melhor.  VEJA MAIS SOBRE ESSA HISTÓRIA, PESQUISANDO NO ACERVO DO MUSEU CAMPOS GERAIS>>> Mais infos sobre Lúcio e sua história, aqui>>> Vídeo Clube De Preto >>>   DADOS DO VÍDEO: Direção: Ione da Silva Jovino, NUREGS-UEPG, Youtube, 20 de julho de 2018, (49 min). Feito com recur...

Ouro Preto: Monumento Nacional e Patrimônio Mundial

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Primeira localidade brasileira a ser laureada com o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1980, Ouro Preto constitui um dos pilares da memória histórica nacional. O município desempenhou um papel central na formação do Brasil, tendo sido o epicentro da Inconfidência Mineira e capital do estado de Minas Gerais até o ano de 1897. Seu desenvolvimento está intrinsecamente ligado ao apogeu do ciclo do ouro, período que moldou sua arquitetura e relevância política. A singularidade estética da cidade manifesta-se em seu traçado urbano original, caracterizado por vias pavimentadas em pedra, casarios coloniais preservados e templos religiosos que abrigam o legado de mestres do Barroco e Rococó, com destaque para as obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Dentre os principais sítios de interesse histórico e cultural, destacam-se: Praça Tiradentes: Marco zero e símbolo da resistência republicana; Igreja de São Francisco de Assis: Obra-prima da arquitetura barroca; ...

Inventário participativo do território quilombola Sutil–Santa Cruz em Ponta Grossa-PR

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            O documento em questão é o inventário participativo do território quilombola Sutil–Santa Cruz, Ponta Grossa-PR (PR), realizado no ano de 2025 com a participação dos moradores, estudantes e pesquisadores da UEPG, de diferentes áreas. O projeto segue diretrizes do IPHAN e registra a história, cultura, práticas religiosas e modos de vida das comunidades. Também descreve o território e aponta desafios como mobilidade, perda de tradições e pressões externas. O estudo fortalece a memória, a identidade coletiva e contribui para a regularização da terra. É, ao mesmo tempo, um registro técnico e uma ferramenta de reparação de direitos, valorização e resistência cultural. As imagens postadas aqui são do Inventário Participativo cujo link encontra-se abaixo:  Acesse o documento completo aqui>>> Veja também: Estudo sobre o Quilombo Sutil>>>

Obras do calçadão da XV em Curitiba, 1972

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A imagem registra um dos momentos mais emblemáticos da história urbana de Curitiba: o início do calçamento da Rua XV de Novembro, marco da transformação do centro da cidade em espaço voltado prioritariamente ao pedestre. Na manhã de uma sexta-feira de maio de 1972, dezenas de trabalhadores iniciaram as obras que dariam origem ao primeiro calçadão do país, iniciativa que se tornaria referência nacional e internacional em urbanismo (PREFEITURA DE CURITIBA, 1972). A proposta previa a adaptação rápida do trecho compreendido entre a Praça Osório e a Praça Santos Andrade, área então marcada por tráfego intenso e lento, o que comprometia a mobilidade cotidiana. A solução foi transformar o eixo em via exclusivamente dedicada ao pedestre, reorganizando o centro histórico e inaugurando nova lógica de convivência urbana (GAZETA DO POVO, 1972). A obra integrou o conjunto de ações conduzidas pela Prefeitura de Curitiba durante a gestão do arquiteto Jaime Lerner, momento em que o planejamento urbano...

Praça Barão do Rio Branco, Ponta Grossa-PR, idos de 1930

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Foto - Acervo de Vilmar Pereira / Acervo Ponta Grossa Histórica Infos aqui>>>

Avenida Central - Vista para o Norte, Cidade do Rio de Janeiro, 1906.

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[...] "Marc Ferrez (1843–1923) percorreu as regiões Nordeste, Norte e Sudeste como fotógrafo oficial da Comissão Geológica do Império do Brasil (1875-1878), e as regiões Sul e Sudeste como fotógrafo das principais ferrovias em construção e modernização naquele momento. Nascido e radicado no Rio de Janeiro, Ferrez documentou também intensivamente a capital do Império e seu entorno. Sua atividade profissional e criativa foi marcada pela busca permanente de inovações tecnológicas e de linguagem, em associação com grandes nomes da engenharia, da ciência e das artes." [...] Imagem: Marc Ferrez / Coleção Brício de Abreu https://acervobndigital.bn.gov.br/sophia/index.html Infos: https://artrio.com/noticias/territorio-e-imagem-pelas-lentes-de-marc-ferrez

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