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Artigo sobre o Cursinho do GEPIC da Igreja Imaculada Conceição de Uvaranas de Ponta Grossa-PR

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Imagem: Instagram/Gepic. Uma pesquisa histórica desenvolvida em Ponta Grossa vem levantando uma discussão ainda pouco explorada no Brasil: um cursinho popular voluntário pode se tornar uma referência cultural de uma cidade? O estudo analisa o Grupo de Estudos Pré-Vestibular Imaculada Conceição (GEPIC), conhecido há quase vinte anos como o tradicional “cursinho da Igrejinha de Uvaranas”. A proposta da pesquisa, respeitando o método e o rigor indispensáveis à investigação histórica, não é afirmar que o projeto já constitua oficialmente um patrimônio cultural, mas compreender de que maneira iniciativas comunitárias de educação popular podem produzir memória coletiva, sentimento de pertencimento e significativo impacto social no espaço urbano. Ao longo de quase duas décadas, o GEPIC, segundo informações do site , auxiliou milhares de estudantes de forma totalmente voluntária, tornando-se referência para gerações de jovens ponta-grossenses que sonham com o ingresso na universidade. Segundo ...

Centro Espírita Francisco de Assis, Ponta Grossa, 1936

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  Registrada no acervo de Elizabeth Holzmann e compartilhada no grupo "Antigamente em Ponta Grossa", a imagem revela a primeira sede da Sociedade Espírita São Francisco de Assis na cidade. Fundada em 1912, a instituição funcionava inicialmente na rua Professora Judith Macedo Silveira. Embora a data da fotografia seja desconhecida, o registro documenta esse importante capítulo da história espírita local. Anos depois, a Sociedade transferiu-se para um imóvel na rua Santos Dumont, onde permanece até os dias atuais. Imagens: Acervo MCG>>>  e infos de Ponta Grossa      Histórica 

Avenida Carlos Cavalcanti, Ponta Grossa, 1936

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  Originalmente chamada de Estrada de Itaiacoca, a Avenida Carlos Cavalcanti era a principal via de acesso ao bairro de Uvaranas desde sua fundação por imigrantes alemães do Volga em meados de 1870. Na década de 1930, a região ganhou aspecto urbano com escola, padarias e quartel militar, consolidando a avenida como eixo central. O nome homenageia Carlos Cavalcanti de Albuquerque, engenheiro e ex-governador do Paraná. Com o crescimento, Uvaranas tornou-se o bairro mais populoso de Ponta Grossa, com mais de 45 mil moradores. Atualmente, a avenida abriga um dos campi da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Assim, a via é um retrato vivo da evolução histórica e urbana da cidade. Imagens: Acervo MCG>>>  e infos de Ponta Grossa Histórica

A história de Lúcio Alves da Silva e a sua luta contra o racismo em Ponta Grossa, 1988

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O Cobaia, jornal laboratório do curso de jornalismo da UEPG, publicou em 1988 uma reportagem sobre Lúcio Alves da Silva e a sua luta contra o racismo em Ponta Grossa-PR.  Lúcio Alves da Silva foi um líder negro na cidade de Ponta Grossa (PR). Em 1890, dois anos após a assinatura da Lei Áurea, ele liderou um grupo de jovens na fundação do Clube Literário e Recreativo Treze de Maio. Em uma sociedade que ainda o excluía de espaços de lazer e cultura, o objetivo de Lúcio era claro: criar um lugar onde os negros pudessem se encontrar e ter acesso à leitura e ao divertimento, algo que lhes era negado nos clubes da elite branca da cidade.  Clique na imagens para ver melhor.  VEJA MAIS SOBRE ESSA HISTÓRIA, PESQUISANDO NO ACERVO DO MUSEU CAMPOS GERAIS>>> Mais infos sobre Lúcio e sua história, aqui>>> Vídeo Clube De Preto >>>   DADOS DO VÍDEO: Direção: Ione da Silva Jovino, NUREGS-UEPG, Youtube, 20 de julho de 2018, (49 min). Feito com recur...

Ouro Preto: Monumento Nacional e Patrimônio Mundial

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Primeira localidade brasileira a ser laureada com o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1980, Ouro Preto constitui um dos pilares da memória histórica nacional. O município desempenhou um papel central na formação do Brasil, tendo sido o epicentro da Inconfidência Mineira e capital do estado de Minas Gerais até o ano de 1897. Seu desenvolvimento está intrinsecamente ligado ao apogeu do ciclo do ouro, período que moldou sua arquitetura e relevância política. A singularidade estética da cidade manifesta-se em seu traçado urbano original, caracterizado por vias pavimentadas em pedra, casarios coloniais preservados e templos religiosos que abrigam o legado de mestres do Barroco e Rococó, com destaque para as obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Dentre os principais sítios de interesse histórico e cultural, destacam-se: Praça Tiradentes: Marco zero e símbolo da resistência republicana; Igreja de São Francisco de Assis: Obra-prima da arquitetura barroca; ...

Inventário participativo do território quilombola Sutil–Santa Cruz em Ponta Grossa-PR

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            O documento em questão é o inventário participativo do território quilombola Sutil–Santa Cruz, Ponta Grossa-PR (PR), realizado no ano de 2025 com a participação dos moradores, estudantes e pesquisadores da UEPG, de diferentes áreas. O projeto segue diretrizes do IPHAN e registra a história, cultura, práticas religiosas e modos de vida das comunidades. Também descreve o território e aponta desafios como mobilidade, perda de tradições e pressões externas. O estudo fortalece a memória, a identidade coletiva e contribui para a regularização da terra. É, ao mesmo tempo, um registro técnico e uma ferramenta de reparação de direitos, valorização e resistência cultural. As imagens postadas aqui são do Inventário Participativo cujo link encontra-se abaixo:  Acesse o documento completo aqui>>> Veja também: Estudo sobre o Quilombo Sutil>>>

Praça Barão do Rio Branco, Ponta Grossa-PR, idos de 1930

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Foto - Acervo de Vilmar Pereira / Acervo Ponta Grossa Histórica Infos aqui>>>

Ponta Grossa, construção da Vila 31 de Março em 1964

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Originário do acervo de Ivo Bittencourt Filho, o registro documental ilustra a edificação da Vila 31 de Março, cujo nome remete ao golpe militar de 1964, um dos períodos mais marcantes da história republicana brasileira. Inaugurado em 31 de março de 1967 — data que coincidia com o terceiro aniversário da intervenção —, o núcleo habitacional surgiu em um contexto de políticas de moradia ainda incipientes, sendo destinado prioritariamente a famílias de militares. À época, os contratos habitacionais estabelecidos previam prazos de 25 anos, amparados por isenções concedidas pelo Governo Federal. Com o passar das décadas, a denominação do bairro tornou-se objeto de controvérsia. Em 2009, um movimento de residentes propôs a alteração do nome para "15 de Março", em alusão à data da redemocratização do Brasil, ocorrida em 1985; contudo, a iniciativa não obteve êxito. Em 2012, por ocasião do 45º aniversário da vila, uma reportagem do periódico Gazeta do Povo consultou a comunidade lo...

Vila 31 de Março: Entre o Urbanismo e a Memória Política

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O registro fotográfico pertencente ao acervo de Moisés Francisco captura a Vila 31 de Março durante a década de 1970, em Ponta Grossa. O nome do conjunto habitacional carrega uma carga simbólica profunda, remetendo diretamente ao golpe militar de 1964. Inaugurado em 31 de março de 1967 , o núcleo foi entregue justamente no terceiro aniversário do regime, consolidando-se como um marco geográfico e ideológico na cidade. Diferente de outros conjuntos populares, a Vila 31 de Março foi projetada para atender, prioritariamente, famílias de militares e servidores públicos. Naquele período, os contratos habitacionais estendiam-se por 25 anos, contando com subsídios e isenções do governo federal, o que conferia ao bairro um perfil socioeconômico específico e uma forte ligação com a disciplina e a organização militar. Tensões e Identidade Com a redemocratização, a nomenclatura do bairro passou a ser objeto de debates. Em 2009 , surgiu um movimento liderado por moradores e ativistas que propunha...

Londrina, idos de 1930

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Imagem 1 - Primeira estação ferroviária de Londrina. 04.04.1935 Imagem 2 - Manobreira suíça com locomotiva americana da Ferrovia São Paulo - Paraná. Estação Ferroviária de Londrina. Década de 1930. Informações e Imagens do livro: Londrina documentada, Coleção Fotográfica José Juliani, 2011. https://sites.uel.br/museu/wp-content/uploads/2023/06/Documenta_2-Colecao-Fotografica-Jose-Juliani.pdf